Participação no II congresso Internacional de Comunicação e Educação

Os pesquisadores Cristiane Taveira e Alexandre Rosado participaram, entre os dias 12 e 14 de novembro do II congresso Internacional de Comunicação e Educação na Universidade de São Paulo (USP).

O foco do congresso foi a Educomunicação, área proposta há mais de duas décadas pelo pesquisador Ismar de Oliveira Soares. Entre as personalidades que participaram do evento estão: Guillermo Orozco Gómez, um dos principais pesquisadores latino-americanos na área de comunicação e educação, desenvolvendo ações desde os anos 80 do século XX no México; Carolyn Wilson, canadense, organizadora do livro “Media and information literacy curriculum for teachers” da UNESCO, que utilizamos no INES para embasar ações de alfabetização midiática junto aos alunos do nosso curso de graduação. Este livro propõe o termo Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) para abranger conceitos diversos e convergentes como Mídia-educação e Educomunicação.

Destacamos o painel sobre “Redes nacionais e internacionais de articulação da educação midiática na Iberoamérica” em que se debateu as redes internacionais que vem sendo criadas para unir e permitir trocas entre pesquisadores e outros atores sociais em suas ações educomunicativas. Destaque para as ações da GAPMIL, Global Alliance for Partnerships on Media and Information Literacy, iniciativa da UNESCO criada em 2013 e que reúne agentes de Educomunicação, pessoas físicas, jurídicas e ONGs, de 80 países.

Iremos propor a integração de nosso grupo de pesquisa, “Educação, Mídias e Comunidade surda” a esta iniciativa, ampliando o escopo de ação do INES na comunidade de educomunicadores, visto que desenvolvemos ações formativas neste campo.

Apresentamos nosso artigo no GT “Transformação social – Letramentos, com professores e estudantes. Experiências no Brasil e em Moçambique”. O GT foi bem variado em perfil de apresentações, desde estudantes de mestrado, com apresentações de suas pesquisas em andamento, até pesquisadores consolidados na área. Destaque para a apresentação do coordenador do GT, Agnaldo Arroio, da Faculdade de Educação da USP, que nos mostrou um panorama de suas ações de produção de vídeo junto a agentes de saúde e professores em Moçambique, desde o começo dos anos 2000, em parceria com o governo do Japão. Também tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho de Helena Corazza, que nos contou a história de suas ações mídia-educativas, desde os anos 70, evidenciando a ligação das ações da Igreja Católica (pastorais e seus jornais e rádios comunitárias) com as bases do que hoje conhecemos como Educomunicação. No GT tivemos a oportunidade de apresentar os trabalhos do nosso grupo de pesquisa e as ações específicas de criação de uma gramática visual para os vídeos em línguas de sinais (em breve será publicado em livro organizado pelo evento).

IMG_7768Assistimos também a mesa redonda sobre “Inovação e protagonismo social na Educação midiática”. Destacamos a participação de Regina de Assis, diretora de Educação, Comunicação e Cultura da TV Escola. Pudemos conversar com Regina que nos convidou a visitá-la na TV Escola e propor parcerias com nosso grupo de pesquisa a suas ações. Percebemos que o uso de mídias digitais e as tensões sobre a veracidade de conteúdos veiculados nesses novos meios foi uma das tônicas do debate, evidenciando preocupações com os avanços das fake news e seus efeitos na juventude.

Pudemos ainda assistir o painel “A contribuição dos programas de pós-graduação como articuladores de pesquisas sobre Educomunicação e mídia-educação” que contou com a participação de Monica Fantin, professora da UFSC e autora da área de mídia-educação, referência consultada em nossos estudos no grupo de pesquisa (veja aqui). Percebemos neste painel que embora haja um amplo leque de interesses de orientandos de mestrado e doutorado na relação entre educação e comunicação, falta ainda uma definição mais precisa de conceitos basilares da área, o que foi evidenciado nas falas dos participantes presentes, especialmente estudantes de mestrado. Também foi evidenciado o crescimento do interesse de pesquisa na área educomunicativa / mídia-educativa, com a ampliação de programas e linhas de pesquisa na área.

O congresso, como um todo, foi um momento importante para nós pesquisadores, visto que pudemos encontrar pesquisadores com diferentes perspetivas na interface educação/comunicação, contribuindo para a ampliação do leque teórico e de relações institucionais com os trabalhos que desenvolvemos em nosso grupo de pesquisa desde o ano de 2015.

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Participação em banca de mestrado e palestra na UNIOESTE-PR

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) convidou os líderes do nosso grupo de pesquisa para participar de uma banca de mestrado e ministrar palestra pública para os alunos da universidade.

O dia 17 de agosto de 2018 foi uma data especial para a UNIOESTE. Nesta data formou-se a primeira aluna surda do Programa de Pós-graduação em Ensino (PPGEn) daquela universidade, orientada pelo professor Clodis Boscarioli (acesso ao lattes). Além do orientador, a banca contou com a presença do coordenador do programa, o professor Reginaldo Aparecido Zara (acesso ao lattes) e a líder do nosso GP, a professora Cristiane Taveira. O foco da banca esteve na análise das práticas pedagógicas discutidas na dissertação de Katiuscia Wagner, intitulada “Um olhar sobre as práticas de ensino em escolas de surdos de Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo no 4º e 5º anos do Ensino Fundamental”.

Após a realização da banca,  os professores Alexandre Rosado e Cristiane Taveira apresentaram a palestra “Aquilo que eu olho é tudo que eu vejo? Contribuições da arte, da mídia-educação e da gramática visual no campo da surdez”. As diversas iniciativas do grupo de pesquisa foram apresentadas e debatidas seus fundamentos teóricos e resultados. Com ampla divulgação, tivemos alunos de diversos cursos, com destaque para alunos surdos, um deles pertencente ao curso de cinema da UNILA e outra mestranda do PPGEn da UNIOESTE, vindos especialmente para a palestra. Também tivemos ampla participação de integrantes do Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS) de Cascavel-PR.

Após a palestra, os professores foram convidados a conhecer a APASFI, Associação de Pais e Amigos dos Surdos Foz do Iguaçu (acesso à página do Facebook), recebendo ao final o livro comemorativo dos 30 anos da instituição, ricamente ilustrado, sendo que uma das cópias será entregue para a Biblioteca do INES como doação.

Poster apresentado durante a III Jornada de Iniciação científica

No dia 22 de novembro de 2017, durante a III JIC, nosso grupo de pesquisa apresentou poster intitulado “Elementos da gramática visual no conto de histórias para crianças surdas: questões emergentes e resultados parciais” como parte do nosso projeto de pesquisa “Produção visual na comunidade surda: prática pedagógica, comunicação e linguagens”. Trouxemos aportes teóricos estudados pelo grupo ao longo desse segundo ano de projeto, já anunciados durante o COINES: elementos da gramática visual a partir de autores como Dondis e Leborg, visando pensar a produção de materiais didáticos e ambiência da contação de histórias para crianças surdas.

O poster analisou a experiência do grupo com a contação de histórias oferecida ao Sedin/DEBASI no final do primeiro semestre de 2017. Assinaram o poster os seguintes participantes do grupo: Andreia da Silva Oliveira (bolsista), Cristiane Correia Taveira (líder do grupo), Elen Núbia de Lima Campos (voluntária), Luiz Alexandre da Silva Rosado (professor), Stela Santos Fernandes (professora), Thiago dos Reis Viana (bolsista), Thiago Moret de Carvalho Ramos (bolsista).

Resumo do poster
A pesquisa é uma iniciativa do grupo “Educação, Mídias e Comunidade Surda” do DESU. Exercitamos, em aplicações teórico-práticas, a compreensão da visualidade em atividades didáticas (LADD & GONÇALVES, TAVEIRA & ROSADO). Nos questionamos quanto ao processo mental do surdo, quando este desliza de uma imagem para outra imagem, as conectando em sucessivas linkagens. Este processo, mais próximo ao fazer artístico, também se constitui aplicação e refinamento dos elementos constituintes de uma gramática visual (DONDIS, SANTAELLA). Assumimos, quanto a esta gramática, o desmembramento de suas características, tais como texturas, formas, tamanhos, dimensões, visando criar a ambiência propícia aos leitores visuais. Mesmo com o conto das histórias em Libras, os elementos utilizados no cenário combinados com o uso de classificadores e expressão corporal, objetivaram a ampliação sensorial da interação com as histórias. Estas foram contadas para crianças surdas de 2 a 5 anos, do SEDIN, que possuíam domínios diferentes da Libras. Os envolvidos com a narrativa descreveram os cenários, apresentando os objetos utilizados em cada história. As reações das crianças foram diversas: 1. Menina que queria bater na madrasta, mostrando o entendimento de que a mesma era má; 2. Menino, que por morar em um sítio andou a cavalo de pau na cenografia, fazendo conexões com o cotidiano; 3. Aluno deu um sinal de batismo para a personagem principal de uma das histórias, compatível com os traços característicos do personagem. Nos coletivos: 4. Crianças repetiram os classificadores para o uso da flecha na caça e em outras atividades cotidianas da aldeia indígena; 5. Crianças levantando para ajudar a montar o casco da tartaruga da Fábula, quando a mesma cai e quebra o casco; 6. Cenas principais dos heróis, que culminam no ápice das histórias eram facilmente reencenadas. As crianças conseguiram demonstrar a compreensão através do jogo simbólico com objetos e atos.

Acesse o poster aqui

 

Projeto “Informativos do DESU”

No primeiro semestre de 2017 a professora Claudia Pimentel, ao assumir a Coordenação de Curso de Pedagogia do DESU, sugeriu que existissem informes bilíngues para que os alunos surdos de nosso departamento tivessem acesso às informações cotidianas e pudessem participar melhor da vida acadêmica. Esses informes deveriam ser produzidos em vídeo, com Libras e Língua portuguesa.

Com essa proposta em mente, iniciamos os estudos de infra-estrutura para que tivéssemos no Hall do DESU uma TV que pudesse transmitir continuamente esses informes. A Divisão de Informática nos sugeriu uma TV com entrada USB e com reprodução em loop dos vídeos, nos fornecendo inclusive cabo e pendrive próprios. Conseguimos a TV, a transferimos para o andar térreo do DESU, mas agora faltava o formato de produção para esses informes.

Alexandre Rosado, um dos líderes do nosso Grupo de Pesquisa, com a experiência acumulada em design e comunicação, criou o formato de cards (cartões) com duração entre 30 segundos e 1 minuto, que poderiam ir sendo acrescentados e que deveriam ser rapidamente produzidos para imediata veiculação, visto que os informes são dinâmicos e duram de algumas semanas a no máximo 2 meses em nossa TV. Cada seção do informativo possui uma cor própria e um desenho diferenciado no lado direito da barra de título, ajudando a identificar os tipos de informes. Os vídeos passaram a ser gravados no lado externo do DESU, com tripé e celular com suporte apropriado, obtendo boa luz entre 10 da manhã e 3 da tarde, indo em seguida direto para o computador.

A solução de software encontrada foi a utilização do Microsoft Power Point, que permite rápida edição de vídeo e inserção no formato dos cards, usando ao máximo o potencial deste software (transições, cortes, temporizador), encontrado em qualquer computador do departamento.

Abaixo algumas fotos dos bastidores desse projeto, um trabalho de aplicação prática para ambientes de educação bilíngue de surdos.

Os informativos também podem ser assistidos online na página do INES.

A teatralização de um clássico: Cinderela Surda

A história “Cinderela Surda”, um clássico da Literatura Surda, foi apresentada em 11 de julho de 2017. O cenário foi projetado pela Professora Cristiane Taveira, já o roteiro da peça foi reorganizado por bolsistas Thiago Moret e Indira Cardoso. O figurino da Cinderela foi produzido pela própria aluna Indira. O livro sensorial foi feito especialmente de forma ampliada e texturizada tendo sido necessário um semestre para viabilizar a organização desse rico material. Contamos com a ajuda da turma de 6º período 2016.2 para o planejamento desta proposta de teatralização.

O Pôster intitulado “Performance Surda em Libras: o conto da história Cinderela Surda” contou com maioria de alunos Surdos na concepção dos materiais para a montagem da teatralização. Os autores dessa primeira etapa consta do arquivo online de nosso Grupo de Pesquisa.

A etapa posterior, seis meses após a primeira, foi executada por Thiago Moret, Indira Cardoso, Andre Aragao, Ilson Espírito Santo e as professoras do DESU que acompanhavam o estágio no SEDIN-INES, as profs Cristiane Taveira e Claudia Pimentel. O trio Ellen, Cristiane e Claudia representam madrasta e filhas contra o casal principal formado por Thiago Moret e Indira. A fada foi composição de Ilson. Por fim, Cleudes costurou nossas esvoaçantes saias nas mesmas cores do livro ampliado e adaptado.

Vejam a seleção de fotos deste marcante dia de conto e reconto de história.

Festa no Céu: um conto de nosso folclore

A história “Festa no Céu: um conto de nosso folclore”, de Angela Lago foi apresentada em 27 de junho de 2017. As maquetes foram produzidas por Ellen Nubia em conjunto com alunos de 6º período do semestre 2016.2, incluindo a casa em miniatura com iluminação própria! O cenário, vestimentas e pintura de rosto foram realizados pela Professora Cristiane Taveira. O roteiro da peça foi reorganizado pelos bolsistas Thiago Moret, Thiago Reis e Viviane Souza. A Equipe teve a mútua colaboração de André Aragão, Thiago Reis e Thiago Moret na tradução da história para a Libras e na teatralização da mesma para a faixa etária de 3 a 5 anos – alunos da educação infantil do INES.

A primeira etapa de preparação do material e de formas de compreensão para variados aspectos dessa história – uso de instrumento musical, de dança, bichos com pelos, carapaça e penas entre outros itens – nos ocupou um semestre letivo de equipe que consta no Pôster intitulado “Adaptação da fábula Festa no Céu: o uso de objetos 2D e 3D“.

Da elaboração da montagem em 2017.1 participaram alunos cursistas com bolsas, voluntários e integrantes do nosso Grupo de Pesquisa, alguns deles: Thiago Moret, Viviane Souza, Ellen Nubia, Thiago Reis e André Aragao.

A presença de um aluno pesquisador surdocego se deu em mútua colaboração: para que o mesmo explorasse objetos sensoriais em suas práticas de estágio e para que nós debatêssemos formas de ajustar a faixa etária as diversas adaptações (em Libras, Libras-tátil, tradução-interpretação surdo/surdo “em espelhamento”). abaixo estão algumas fotos do dia da apresentação.

 

A lenda da erva-mate: um reconto para além do livro

A história “Lenda da Erva-mate” faz parte do Projeto Mãos Livres UFSM coordenado pela profª Melania de Melo Casarin. Encomendamos exemplares da publicação e fizemos uma adaptação para teatro com conto de história. A apresentação foi realizada em 13 de junho de 2017 para alunos da educação infantil do INES.

Os materiais de composição do cenário foram produzidos pela Professora Cristiane Taveira em conjunto com alunos de 6º período do semestre 2016.2. O roteiro da peça foi organizado por esta mesma turma durante seis meses de trabalho com o texto. O trabalho com glosas e a percepção de usos de materiais sensoriais foram aprimorados por uma equipe composta por bolsistas e alunos cursistas de extensão.

Esta segunda etapa de refinamento dos usos de materiais e da técnica para o conto de histórias teve a participação de Thiago Reis, André Aragao, Thiago Moret, Fernanda Rocha, Mônica Mendonça, Jeferson Belchior, Ilson do Espírito Santo.

Selecionamos algumas fotos deste dia de contação de histórias.

Lançamento do livro “Letramento visual e surdez”, organizado por Tatiana Lebedeff

É com grande satisfação que anunciamos o lançamento do livro Letramento visual e surdez, obra organizada pela pesquisadora Tatiana Lebedeff.  Nesta obra temos a participação dos líderes do nosso Grupo de Pesquisa, Cristiane Taveira e Alexandre Rosado, com o capítulo “O letramento visual como chave de leitura das práticas pedagógicas e da produção de artefatos no campo da surdez”.

Sobre a obra

O Letramento Visual pode ser compreendido como a área de estudo que lida com o que pode ser visto e como se pode interpretar o que é visto. No caso dos surdos, a experiência visual, compreendida como artefato cultural, intensifica a importância de práticas de Letramento Visual, ou seja, o Letramento Visual, no campo da surdez, precisa ser compreendido a partir de práticas sociais e culturais de leitura e compreensão de imagens.

Os textos que compõem este livro apresentam experiências de Letramento Visual que priorizam (eliciam) a experiência visual dos sujeitos surdos em diferentes áreas do conhecimento. Os autores, sem pretender essencializar o surdo enquanto sujeito visual, desafiam o leitor a transcender para um outro mundo, mundo que prescinde de som e que se organiza e é interpretado pela imagem e pelo espaço de visualização: a língua é visual, a didática é visual, a arte é visual, o espaço arquitetônico é planejado em relação à língua visual, a acessibilidade é visual, entre tantas outras possibilidades de interfaces.

O livro pode ser adquirido no site da editora, através do link: http://wakeditora.com.br/loja/product_info.php?products_id=1042

 

Oficina na VII Semana Pedagógica do INES e pôsteres da Jornada de Iniciação Científica

Um breve relato da Oficina SEMAP “A utilização de materiais didáticos para conto e reconto de histórias – experimentação livre”.

No último dia 16 de março, nosso Grupo de Pesquisa promoveu um laboratório prático com a participação de bolsistas, membros do grupo e alunos do 6º período (manhã e noite).

A ideia foi de usar a ampla sala da Pós-graduação e oferecermos instalações com materiais de cinco contos de história: Cinderela Surda, Rapunzel Negra, Lenda do Mate. Fábula Festa no Céu e Fábula Assembléia dos Ratos.

Ofereceremos aos participantes instalações com o uso de materiais didáticos, ao modo de um grande laboratório de experimentações em formato de circuito, com estações de trabalho para experimentações dos materiais didáticos.

O objetivo foi sensibilizar professores, estudantes de Pedagogia ao maior investimento na produção e no uso de material didático (2D, 3D, maquete etc).

Pensamos a oficina como forma de transformar a ação pedagógica, com seus materiais didáticos como poderosa ferramenta para o conto e reconto de histórias, dando acessibilidade e maior impacto ao letramento visual.

Os materiais sensoriais e o uso da narrativa em Libras também são de grande importância, sem nos esquecermos da Língua Portuguesa escrita sempre visível.

Entra para neste trabalho tanto as habilidades manuais e artesanais básicas quanto a roteirização e a direção de vídeos para contos de história. O experimento do uso das instalações foi livre, com os grupos de conto de histórias recepcionando os participantes, que ficaram extasiados.

 Jornada de Iniciação Científica

No dia 17 de março ocorreu a JIC – Jornada de Iniciação Científica, evento complementar à Semana Pedagógica. A professora Cristiane Taveira convidou o Professor Surdo Ricardo Boaretto para fazer a mediação na sala 107 do DESU, contribuindo com os alunos que trouxeram seus pôsteres impressos. Foram seis apresentações do nosso Grupo de Pesquisa.

Passaram nessa sala para avaliação dos pôsteres os professores organizadores da própria JIC, sendo representandos pela Professora Drª. Surda Ana Regina Campello e também pela Professora Mestranda Surda Nívea Ximenes.

O professor Ricardo Boaretto fez o fechamento e a avaliação das apresentações com a Professora Cristiane Taveira. A Diretora do DESU, Tanya Amara Felipe, também esteve na sala e fez perguntas, assim como o público numeroso presente.

Os orientandos, bolsistas e alunos de Pedagogia que se envolveram nos Cursos de Extensão de produção de material didático, conto de histórias e Teatro (do Professor Luiz Claudio Carvalho) se sentiram prestigiados.